Permita-se, Espaço de Artes Francis Bacon junto ao Museu Egípcio e Rosa Cruz, Curitiba,Brasil.
De 15 de março de 2024 à 12 de abril de 2024.

Reconhecido nacionalmente na cena do graffiti, o artista paranaense inaugura mostra com diversas linguagens artísticas ligadas à arte urbana

O artista PROSA inaugurou sua primeira individual “Permita-se”, no dia 19/03, no Espaço de Arte Francis Bacon, junto ao Museu Egípcio de Curitiba. Na mostra, o artista apresenta obras de acervo pessoal que discorrem sobre a sua própria trajetória ligada à arte do graffiti nas ruas, até chegar às paredes dos espaços institucionais e museus.

Há mais de 20 anos como grafiteiro, PROSA conta que sua carreira começou por gostar de andar e estar nas ruas. “Eu trago até hoje no conceito do meu trabalho, vivências de regiões periféricas, travessuras de colégio e tudo o que me moldou nas ruas”, conta.

O menino criado em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, se tornou um adolescente e posteriormente um adulto que viu na arte urbana uma maneira de ocupar os centros das grandes cidades. Não por acaso, o artista é quase onipresente nos bairros da capital paranaense e nas localidades próximas, já que é comum encontrar seu trabalho nas paredes das cidades.

Os muros vazios, prédios abandonados e placas de rua, suportes já conhecidos dos artistas urbanos, somam agora também as paredes dos museus. O convite para estar no Museu Egípcio partiu do curador Wellington Barz. “Eu sempre acreditei que a arte urbana deve e pode ocupar as instituições”, comenta Barz. “Receber o PROSA nas paredes do museu e poder curar suas obras, representa o fim do preconceito com quem veio de uma escola diária de ocupação que o graffiti representa”, completa.


PROSA ainda afirma que o conceito da mostra reflete seu processo criativo e sua luta diária em continuar. “O reconhecimento do trabalho está acontecendo, porque eu me permiti viver e experienciar por anos o que o graffiti me proporciona”, diz. “Mesmo com o preconceito que o grafiteiro enfrenta e com pessoas dizendo que é errado, agora eu também permito que o público tenha acesso aos meus processos de maneira mais íntima”, completa.

 



Os 40 trabalhos expostos levam ao público pinturas, instalações, objetos escultóricos e intervenções em muralismo. Com destaque para a obra “A Expansão do Graffiti”, representada por um vagão vermelho, ocupando a parte central da sala expositiva. O trabalho carrega como conceito as clássicas intervenções de graffitis em trens, que simbolicamente ultrapassam países, fronteiras e levam mensagens para um público diverso.

 

Assessoria de imprensa: Bruna Alcântara
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